terça-feira, 20 de março de 2012

Prevenção de drogas


A questão das drogas é certamente uma das mais difíceis de serem enfrentadas nos dias de hoje.   Muito se tem feito nos últimos tempos para que as pessoas previnam-se contra o uso de drogas.  Mas também muito se tem feito, legal ou ilegalmente, para que elas sejam usadas.  O resultado final é que as pessoas estão consumindo cada vez mais drogas.


Usar drogas significa em primeira instância, buscar prazer, mas é um prazer que engana o organismo, que então passa a querê-lo cada vez mais como se fosse bom.

A prevenção tem de mostrar a diferença que há entre o que é gostoso e o que é bom.

Prevenção Primária: acontece antes que surja o problema da droga, é caminho fértil para a família e escola prevenir.  Supõe um diálogo aberto; atividades prazerosas (musicais, literárias, sociais, esportivas, artísticas, etc); estímulo à auto-estima (elogios sinceros, crença na pessoa, etc); estímulo à crítica; treino das habilidades para lidar com frustrações, fracassos e ansiedades; espaço e treino para lidar com "figura de autoridade".

Prevenção Secundária: ocorre quando já começa a surgir o consumo de drogas, é uma etapa difícil para a família que, muitas vezes, não quer enxergar e para a escola, que fica sozinha e se sente impotente.  A melhor saída é enfrentar a situação, buscar auxílio de pessoas especializadas, oferecer ajuda concreta, evitando emitir juízos de valor e agindo com coerência e bom senso.

Prevenção Terciária: ocorre quando já chegou à dependência de drogas, deve-se incentivar os usuários a procurar uma terapia adequada, contar com pessoas que são da sua confiança para convencê-lo a encontrar ajuda especializada; incentivar o diálogo com a família; acreditar que ele é recuperável; colaborar na reintegração social com oferecimentos de alternativas de lazer, arte, esporte e profissão.

 Luciana Maria Alves


segunda-feira, 19 de março de 2012

Medo do escuro: como lidar?



É só a luz se apagar para que a criança “acenda” o medo na hora de dormir, em virtude da escuridão no quarto. Somente no escuro que seu filho relata bichos debaixo da cama, sombras e espíritos do mal que querem pegá-lo e monstros dentro do armário. Nunca menospreze esse medo, a criança sente realmente, não é manha.
O medo é uma reação de proteção do organismo que prepara o nosso corpo para fugir de situações de perigo. O medo do escuro faz parte do desenvolvimento infantil e começa aos três anos de idade desaparecendo por volta dos seis anos.
Antes dessa fase, porém, a criança começa a construir o seu próprio mundo com muita magia e seres imaginários que podem brincar com ela, fazendo conhecer os mais variados sentimentos, incluindo o medo.
E é justamente a hora de dormir o momento onde a criança se sente desprotegida, pois tem que se “desligar” da presença dos pais e da segurança que os adultos oferecem. Então, quando a luz se apaga, as crianças não enxergam nada, o que é real desaparece e a escuridão esconde os perigos de sua própria imaginação.
Um simples ruído pode perfeitamente ser o monstro que irá puxar seus pés, assim como a sombra de um galho de árvore transforma-se em um fantasma.
Nessas ocasiões, procure deixar a lâmpada do banheiro ou do corredor acesa até que ela durma. Para que a criança se sinta segura, deixe a porta aberta ou dê algum brinquedo que ela possa abraçar. A presença dos pais ou de alguém que lhe transmita segurança na hora de dormir também é muito importante. Se preferir, leve a criança para dormir na cama dos pais, porém, de forma que não seja um hábito corriqueiro, para que não se acostume.
Além da fantasia, outra causa que pode levar ao medo do escuro é a mudança de casa. O quarto novo é um desconhecido que pode guardar surpresas como os temíveis monstros. A criança poderia não ter medo na casa antiga, pois conhecia o seu quarto canto por canto.
Para lidar com esse medo os pais devem conversar com a criança. Compreendendo o porque da criança ter medo do escuro, fica mais fácil explicar que a sombra na parede não é um fantasma, mas a sombra do galho da árvore que está do lado de fora.
Um erro do adulto é fazer a criança enfrentar o medo contra a sua vontade. Fazê-la expressar o medo que sente deixa a criança segura para enfrentar sua própria fantasia.
Segredinhos para acabar com os monstros - Algumas brincadeiras ajudam a criança a dominar o medo do escuro como identificar as sombras na parede feitas pelas mãos ou as que aparecem no quarto, ou então adivinhar qual é o som no escuro e de onde vem.
Quando o medo aparecer é bom deixar um foco luz aceso para que a criança se sinta mais segura e mais para frente apague esse foco, mas deixe uma lanterna sempre no mesmo lugar para que a criança possa acendê-la quando sentir medo. Bichos de pelúcia, travesseiros e brinquedos preferidos podem dar segurança e aconchego na hora de dormir.
Escrito por Bruno Rodrigues
http://guiadobebe.uol.com.br/medo-do-escuro-como-lidar/

Amamentar é dar amor


A amamentação é um elemento central no desenvolvimento emocional e físico da criança.  Ela organiza a evolução afetiva e faz parte da sua organização interna.  O momento da amamentação, antes de qualquer outra coisa, é um momento muito importante de relacionamento entre a mãe e a criança.
Não importa apenas dar o seio, ou seja, alimentar.  Um aspecto muito importante são os outros estímulos que a criança está recebendo enquanto se alimenta.  Estímulos estes que podem ser: ouvir a voz da mãe, ser acariciada, olhada e permitir que a criança olhe bem o contorno do rosto da mãe, uma vez que a discriminação visual acontece somente após o 4º mês.
As carícias da mãe não só proporcionam intensa sensação de prazer, como também o auxiliam a ir tomando consciência das dimensões e configurações do seu corpo.
Em caso de mães com dificuldades de amamentar ou crianças adotivas, não será a falta do leite materno (alimento) que irá interferir na sua organização; mas sim a quantidade e qualidade de carinho e atenção oferecida à criança, junto com o alimento.
Portanto, mesmo não havendo o leite  no seio, a mãe terá uma atitude adequada se puder amar e repetir o ritual existente na amamentação: levar o filho ao colo nu e dar-lhe um contato pele a pele prazeroso, falar com ele e embalá-lo, acariciá-lo, tudo ajudará não somente a se organizar, mas a amar o objeto primordial da sua evolução afetiva: sua mãe.

Luciana Maria Alves

domingo, 18 de março de 2012

Cinematerapia



Assim como mitos, romances, poemas, fábulas ou sonhos, filmes são como alegorias ou seja, representações de idéias, sentimentos ou situações do dia-a-dia.  Muitos deles nos fazem repensar sobre nossa própria maneira de encarar a vida, trazendo à consciência a forma de nos relacionarmos com o mundo ou emoções que estavam camufladas.  Nesse sentido, o cinema não é simplesmente uma válvula de escape para quando estamos tristes, mas também uma ótima ferramenta para trazer um olhar mais ameno e arejado para nosso cotidiano.

O cinema parece uma poção mágica, como o cogumelo de Alice no País das Maravilhas: no instante em que rimos de nossos problemas, eles encolhem, tornam-se leves e menos assustadores.  E então encontramos forças para dominá-los.  Da mesma maneira, quando nos deparamos com uma situação complicada, uma grande perda ou decepção, temos dificuldade de liberar as lágrimas por mais que queiramos.  Um filme pode provocar a resposta emocional para escoar essa tristeza.  

Um bom domingo a todos!


Luciana Maria Alves

sexta-feira, 16 de março de 2012

Mãe cuidadosa ou superprotetora?


Quando um casal decide tornar-se pais vem a tona toda a preocupação e responsabilidade pela saúde, educação e segurança dos filhos, mas onde está o limite entre cuidado e superproteção?
É natural se preocupar com sua prole, querer cuidar e que fiquem bem, cuidado é cuidar, observar, conhecer os amigos, saber com quem estão, mas quando você não permite que ninguém (nem os avós ou o pai) fique com seus filhos, priva seus filhos da companhia de outras crianças por medo de se machucarem na brincadeira, limita a circulação das crianças dentro de casa por medo do fogão, de facas, quebrar copos e se cortar, defende o filho nas discussões com outras crianças, está superprotegendo.
            Crianças superprotegidas tem dificuldades de tomar decisões e de realizar atividades sozinhos, necessitando dos pais todo o tempo, tornam-se inseguros, estes pais superprotetores temem, o risco de sequestros, assaltos e acidentes e da oferta abundante e livre de álcool e drogas, mas existe um limite entre a preocupação aceitável e a excessiva, que pode fazer mais mal do que bem a uma criança ou adolescente. A superproteção, priva a criança das experiências do dia-dia, torna-o incapaz de exercer a autonomia, que é a peça chave no desenvolvimento humano, quando sabemos fazer escolhas nos responsabilizamos por elas, e mesmo que façamos escolhas erradas, são escolhas conscientes que nos trazem experiências para tentar novamente.
Histórias assim são comuns no consultório, alguns pais desconhecem – ou prefere ignorar – as aptidões do filho, pois acreditam que ele não tem idade para executar tarefas para as quais já estaria capacitado, crianças que não ficam sozinhos nem no playground do prédio onde moram,  que não dormem sozinhos, não se alimentam sozinhos, tornam-se e inseguros e ansiosos no ambiente escolar, se desesperam pelos pais se atrasarem poucos minutos para buscar na escola, ou ao perde-los de vista, solicitam toda esta atenção também dos professores, esperando que estes resolvam suas frustrações imediatamente como os pais.
Se você quer um filho com possibilidade de ser feliz e realizado o que nunca é garantido, proporcione a ele a liberdade possível em cada etapa de sua vida. Deixe-o enfrentar os desafios para os quais você sente que ele é capaz e vá avaliando cada situação.

Izabel Rocha

Maconha



É a droga de entrada para consumo das outras drogas. Barata e de fácil acesso, o seu uso continuado interfere na aprendizagem, memorização e na fertilidade.

Causa vermelhidão nos olhos, boca seca, taquicardia; angústia e medo para uns, calma e relaxamento para outros.

Vício mundial, a maconha é usada comendo-a, mascando-a, fumando-a; aspirando-a sob a forma de rapé, ou engolindo-a.

A maconha é considerada um alucinógeno, isto é, faz o cérebro funcionar de forma desconcertante e fora do normal e seu princípio ativo é o delta nove tetrahidrocanabinol (THC). O THC produz vários efeitos: avermelhamento da conjuntiva dos olhos (olhos injetados), redução da imunidade pela queda dos glóbulos brancos, sinusite crônica, faringite, constrição das vias aéreas, atua sobre o equilíbrio, movimentos e memória.

Como posso saber se alguém está usando a maconha?
Existem certos sintomas que podem ser percebidos:
· Parecer estar meio tonto e com alguma dificuldade para caminhar;
· Parecer estar rindo exageradamente ou sem nenhuma razão;
· Olhos vermelhos e irritados;
· Dificuldade para lembrar como as coisas aconteceram.

Quando desaparecem os primeiros efeitos, depois de algumas horas, a pessoa pode sentir muito sono.
Devem-se perceber se a pessoa se afasta de todos, se está deprimido, se tem fadiga, se não cuida de sua aparência pessoal, se é hostil, ou se suas relações com familiares e amigos se deterioraram.

 Também pode haver mudanças no desempenho acadêmico ou profissional, ausência escolar, menor interesse pelo esporte e por outras atividades favoritas, ou modificação nos hábitos alimentícios ou no sono. 

Tudo isto pode indicar o uso de drogas, ainda que não em todos os casos.

Luciana Maria Alves
 

Fonte: www.antidrogas.com.br/maconha.php

quinta-feira, 15 de março de 2012

O PAPEL DO PROFESSOR



A influência dos pais no desenvolvimento da personalidade da criança é incontestável, já que há tempos vem sendo objeto de discussões, estudos e teorias.  Mas o que podemos dizer do papel do professor?  Sua influência sobre o desenvolvimento da personalidade do aluno é relevante?

A resposta é sim.  O professor exerce função não menos importante do que a dos pais no desenvolvimento da criança.  A escola é o primeiro ambiente em que a criança se encontra fora da família.

O professor deve ter consciência deste papel e da sua importância.  Deve entender que sua tarefa não é apenas inserir na cabeça das crianças um número crescente de ensinamentos e sim, antes de tudo, exercer influência sobre a personalidade, como um todo.  A atuação do professor sobre a personalidade da criança é, em alguns casos, mais importante do que as atividades curriculares.

Visto desta maneira, o professor é a ponte mais importante da passagem do mundo infantil para o mundo adulto, pois junto com os pais, são responsáveis pelo encorajamento ao crescimento e independência das crianças.

Ouvimos muitas vezes que o adolescente está destinado para o mundo e não para permanecer agarrado a seus pais.  Mas como introduzir este jovem no mundo adulto de maneira segura e sem traumas?

O professor tem aí um papel importante como uma personalidade e não como um mero transmissor de conhecimento.  A tarefa é difícil. Por isso o mesmo deve estar preparado psicologicamente para exercer plenamente suas funções com responsabilidade, harmonia e de forma natural à medida que se comporta de acordo com o que se propõe a ensinar. 

O professor deve antes de qualquer coisa ser um cidadão que cumpre seus deveres como tal, ser uma pessoa correta e sadia.  O bom exemplo é o melhor método de ensino. Se o professor entender que sua função no mundo vai além de simplesmente encher as cabeças das crianças com matérias e mais matérias, teremos crianças, jovens e adultos mais saudáveis, ou melhor, vamos ter adultos de verdade, preocupados com si mesmos e com os outros, respeitando-se mutuamente e ao seu meio ambiente.

Luciana Maria Alves


quarta-feira, 14 de março de 2012

Quando procurar um Psicólogo Infantil?




Uma família pode procurar por atendimento psicológico para uma criança espontaneamente, após a observação de que algo não vai bem, o que pode acontecer após uma situação de stress, divórcio, perda de um membro da família, doença ou sem uma causa aparente. Uma outra razão pode ser a dificuldade em lidar com mudanças, que pode ser uma escola nova, o irmãozinho, novo casamento de um dos pais,  percebemos que cada um de nós tem um jeito particular de lidar com as mudanças e um tempo necessário para se adaptar a elas, com as crianças também é assim, enquanto algumas demonstram alegria diante no novo e do desconhecido, existem algumas que não gostam de conhecer crianças, lugares novos e temem o que não conhecem, e quando a família percebe que a nova situação traz muito sofrimento é necessário avaliar o que esta acontecendo.
Pode ocorrer também da família ser encaminhada para o psicólogo pela escola após a observação e avaliação de comportamento ou dificuldades em acompanhar a turma, como também pode ser encaminhada pelo pediatra ao verificar que o sintoma não tem causa física. 
Infelizmente muitas famílias resistem em procurar ajuda profissional acreditando que aquele problema se soluciona sozinho ou que a família consegue dar conta de todas as dificuldades, essa postura adia o atendimento e pode agravar os sintomas, não resolvendo-os. Quanto antes a família procurar ajuda, antes se dará a solução.


Izabel Rocha

terça-feira, 13 de março de 2012

O QUE É DESLIGAMENTO EMOCIONAL?



 Desligamento não significa deixar de amar, significa que não posso fazer pelo outro aquilo que ele precisa fazer.

Desligamento não é cortar a comunicação, é admitir que não posso controlar outra pessoa.

Desligamento não é facilitação, mas deixar que haja aprendizado através das conseqüências naturais.

Desligamento é admitir impotência, o que significa que a solução não está nas minhas mãos.

Desligamento não é tentar mudar ou culpar o outro, é fazer o melhor para mim mesmo.

Desligamento não é cuidar do outro, mas sim importar-se com o outro.

Desligamento não é consertar, mas dar apoio.

Desligamento não é julgar, mas permitir que o outro seja um ser humano.

Desligamento não é ficar no meio, controlando os resultados, mas deixar que os outros influam nos seus próprios destinos.

Desligamento não é ser protetor, é permitir que o outro encare a realidade.

Desligamento não é negar, mas aceitar.

Desligamento não é azucrinar, rejeitar ou discutir, mas descobrir as próprias limitações e corrigi-las.

Desligamento não é ajeitar tudo de acordo com os próprios desejos, mas viver cada dia que vier e si mesmo (a) nesse dia.

Desligamento não é se arrepender do passado, mas crescer e viver o presente.

Desligar-se é temer menos e amar mais.


Autor desconhecido

segunda-feira, 12 de março de 2012

Disturbios do sono na infância

Em cada idade o sono tem características diferentes. O recém-nascido, por exemplo, dorme de dezesseis a vinte horas por dia, enquanto o jovem adulto dorme oito e o idoso apenas seis ou sete horas.

Para a maioria dos pais, um grande marco da infância é a primeira vez que o filho dorme durante uma noite inteira. Em geral, isso não acontece antes dos três meses de idade. Entre três meses e um ano, a criança estabiliza seus hábitos de sono, mas ainda não de forma contínua, pois a maioria costuma acorda
r pelo menos uma vez, exigindo a atenção dos pais.

Os distúrbios do sono estão às vezes relacionados com angústia de separação (a noite é o momento por excelência no qual, ao acordar, a criança tem consciência de estar sozinha) e/ou como resultado de uma mudança nas circunstâncias da família que submete a criança a uma tensão extra.

Muitas vezes, as crianças apresentam dificuldades para dormir porque tem medo de sonhos maus. Isso está em parte relacionado com a forma como elas se apegam a uma espécie de crença em mágica, realidade e fantasia não estão totalmente diferenciadas nas suas mentes. Muitos contos de fadas são a própria matéria dos pesadelos das crianças.
Algumas técnicas que ajudam a criança dormir:
·         Estabelecer um horário e um ritual associado à hora de ir dormir: dar um copo de leite, vestir o pijama, contar uma história, cantar uma canção de ninar etc...
·         Deixar acesa uma luz bem fraquinha. Não é raro a criança se sentir abandonada quando não consegue enxergar os objetos familiares no quarto escuro.
·         Não dar achocolatados e refrigerantes antes da criança dormir.
·         Não ficar disponível demais para a criança durante a noite. Se ela fizer manha ou chorar, espere um pouco antes de entrar no quarto.
A falta de sono em crianças nem sempre causa sonolência durante o dia, podendo apresentar um conjunto de sintomas muito enganador: o de hiperatividade, dificuldade de relacionamento, irritabilidade e agressividade. Em geral, não conseguem se concentrar quando interagem com adultos e na escola.

Quando o distúrbio do sono passa a ser frequente, prejudicar a dinâmica familiar e resultar nestes sintomas já citados acima, é importante que os pais primeiramente procurem um médico para descartar a possibilidade de qualquer doença orgânica. Sendo esta hipótese descartada, é indicado procurar ajuda de um psicólogo para poder ser trabalhado o fator emocional que está prejudicando o sono da criança.

Izabel Rocha