sexta-feira, 20 de julho de 2012

Quero um amigo!!!


Dia 20 de julho é uma das datas em que comemora-se o dia do amigo, e decidi escrever sobre as crianças que tem dificuldades em fazer amizades. Normalmente isto se deve á insegurança, que pode se desenvolver desde bem pequena. Quando a criança nasce, ela tece sua rede de relações sociais a partir da família: primeiro com a mãe, estendendo-se para o pai e, depois, ampliando para os outros familiares. Se a criança não passa por essas fases de desenvolvimento social ou se tem dificuldade com essas relações, é possível que ela precise de ajuda, pois as dificuldades nas relações no núcleo familiar se estendem para as outras relações.

Assim ao entrar na escola, essa criança acredita que não vai ser bem recebida, então ela se retrai e o processo de socialização fica defasado. Assim, ela pode não fazer amizades como um processo de defesa, já que tem receio de ser rejeitada. O brincar também contribui bastante para o processo de socialização e ajuda a diagnosticar se há algo de errado. Muitas crianças têm o quarto cheio de brinquedos e brincam sempre sozinhas. Quando ela é colocada num meio social, num espaço livre em que ela possa brincar com os outros, ela fica bloqueada. Brincar dá oportunidades para fortalecer laços afetivos e inclui a questão da troca, em que a criança divide o brinquedo, as atividades, adquire normas e valores. Brincar sempre sozinha, portanto, pode reforçar o egocentrismo infantil e revelar o medo que a criança sente de novas relações. O computador também influencia: ela pode dominar a tecnologia com facilidade, mas evitar o contato com os outros por sentir-se insegura em não saber lidar com a socialização – diferente da relação segura que ela já tem com o computador, por exemplo.

 É na escola que a criança viverá situações mais reais de convívio. O colégio é um espaço muito fértil para que as crianças desenvolvam amizades e as famílias podem e devem alimentar essa possibilidade. Levar o filho com os amigos para um dia no parque ou chamá-los para uma noite do pijama são algumas ideias para os pais ajudarem na construção de vínculos.

O essencial é passar confiança para que a criança se sinta segura também no ambiente escolar. Respeitar o ritmo dela também é necessário. E se, apesar do seu apoio, ainda não ver a criança fazendo amizades, é recomendável procurar ajuda profissional.

Crianças aprendem por observação: vendo como os adultos agem em situações sociais, ela vai desenvolvendo o próprio repertório. Os pais que não se encontram nunca com amigos não estão desenhando esse modelo para o filho. Os pais que valorizam as relações pessoais, portanto, irão mostrar que o filho pode e deve fazer o mesmo. Mas não podemos esquecer que cada criança é diferente da outra e separar o que é característica pessoal e o que é dificuldade.

                                          Izabel Rocha




segunda-feira, 16 de julho de 2012

Como ajudar uma criança a lidar com a morte


O luto é um período de dor e sofrimento. Para a criança, não é diferente: mesmo as bem pequenas, de 1 ou 2 anos de idade, vão perceber um movimento diferente na rotina da casa quando algum membro da família falece e sentirão falta da pessoa que morreu, seja o pai, a mãe, um irmão, um dos avós... Sendo assim, ao contrário do que parece, é preciso contar a verdade a ela. Só essa atitude segura por parte da família fará com que o luto infantil seja bem elaborado, ou seja, a criança vai entrando em contado com a nova situação e aceitando melhor o problema. 
 
Uma forma de explicar a morte é usar algum exemplo concreto para fazer uma comparação: lembrar de outra pessoa do convívio da família que tenha ido para sempre ou mesmo utilizar exemplos de filmes infantis que retratam situações de morte por meio dos personagens. Para essa explicação, pode-se recorrer até os livros infantis. O importante é não deixar de contar e nem esperar que a criança pergunte ou que o tempo passe. 
 
Também não é preciso esconder a tristeza ou o choro. Afinal, a situação é sabidamente frágil a todos. Se chorar na frente da criança, deve-se explicar o porquê da tristeza e deixar claro que ela também pode chorar, até para se sentir melhor. 
 
Há algumas situações que envolvem a delicada questão do luto. É importante que os cuidadores ajudem as crianças em todas elas: 
 
Morte violenta - Se houve morte violenta, o impacto é ainda maior e é preciso procurar ajuda terapêutica. Lidar com a morte por doença é mais fácil. Uma morte violenta ou repentina é mais difícil de elaborar e pode causar um trauma psíquico, se não houver um tratamento profissional adequado. 
 
Morte do animal de estimação - Se a morte for de um bichinho de estimação, a reação não é muito diferente, pois a criança a encara como uma perda. Para esses casos, é importante perguntar à criança se ela quer fazer um enterro simbólico do animal, que pode ser em uma caixinha ou em outro lugar mais adequado. O ritual estabelecido para o enterro é uma forma de enfrentar a morte e construir o conceito de perda. Crianças ficam muito tristes quando sabem que os pais "jogaram seus bichinhos em qualquer lugar". Afinal, ela convivia com o animal e sempre foi ensinado tratá-lo bem e respeitá-lo. 
 
Mortes veiculadas pelos meios de comunicação - É natural que ela fique sabendo de mortes amplamente divulgadas nos meios de comunicação. Nesses casos, os pais devem explicar - sem muitos detalhes - o motivo do fato, mas não devem deixá-la exposta o tempo todo, ou isso pode gerar medo e agressividade e, pior, ela pode se identificar com a situação, se o falecido for da idade dela. 
 
Mudanças - É importante ter claro que a informação da morte para a criança vai mudar sua rotina, qualquer que seja a idade. Por isso é preciso esclarecer o porquê dessas mudanças e deixar que ela participe das mesmas. Se houver uma mudança na situação financeira, por exemplo, deve-se explicá-la aos poucos, e procurar mudar o contexto material com muito cuidado. 

 Izabel Rocha
 
Fonte:
ww.abril.com.br/noticias/geral/como-ajudar-crianca-lidar-morte-289644.shtml

Síndrome de Asperger



Algumas das características mais frequentemente apresentadas pelos portadores da Síndrome de Asperger são:

1- Habilidades sociais e controle emocional
- Não desfruta normalmente do contato social.  Relaciona-se melhor com adultos que com crianças da mesma idade.  Não se interessa pelos esportes. 
- Tem problemas de brincar com outras crianças.  Não entende as regras implícitas do jogo.  Quer impor suas próprias regras e ganhar sempre.  Talvez por isso prefira brincar sozinho. 
- Custa-lhe sair de casa.  Não gosta de ir ao colégio e apresenta conflitos com seus companheiros.
- É difícil identificar seus sentimentos e os dos demais.  Apresenta mais birras que o normal.  Chora com facilidade por tudo. 
- Tem dificuldades para entender as intenções dos outros.  É ingênuo.  Não tem malícia.  É sincero.

2- Habilidades de comunicação
- Não consegue olhar nos olhos de quem conversa.  Acredita em tudo aquilo que lhes dizem e não entende as ironias.  Interessa-se pouco pelo que dizem os outros.  Custa a entender uma conversa longa e muda de tema quando está confusa.
- Fala muito em tom alto e peculiar, usa uma linguagem pedante, extremamente formal e com um extenso vocabulário.  
- Em certas ocasiões parece estar ausente, absorto em seus pensamentos.

3- Habilidades de compreensão
- Sente dificuldade em entender o contexto amplo de um problema.   Custa-lhe entender uma pergunta complexa e demora para responder. 
- Com frequência não compreende uma crítica ou um castigo.  Assim como não entende que ele deve portar-se de formas diferente segundo uma situação social. 
- Tem uma memória excepcional para recordar dados e datas. 
- Tem interesse especial pela matemática e as ciências em geral.
- Aprende a ler sozinho ainda bem pequenos. 
- Demonstra escassa imaginação e criatividade, por exemplo, para brincar com bonecos.
- Tem um senso de humor peculiar.

4- Interesses específicos
- Quando algum tema em particular o fascina ocupa a maior parte do seu tempo livre em pensar, falar ou escrever sobre o assunto, sem importar-se com a opinião dos demais. 
- Repete compulsivamente certas ações ou pensamentos para sentir-se seguro.
- Gosta da rotina.  Não tolera as mudanças imprevistas.  Tem rituais elaborados que devem ser cumpridos.

5- Habilidades de movimento
- Possui uma pobre coordenação motora.  Corre num ritmo estranho, e não tem facilidade para agarrar uma bola.
- Tem dificuldade para vestir-se, desabotoar os botões ou fazer laço nos cordões do tênis.

6- Outras características
- Medo, angústia devido a sons como os de um aparelho elétrico.
- Rápidas coceiras sobre a pele ou sobre a cabeça.
- Tendência a agitar-se ou contorcer-se quando está excitado ou angustiado. 
- Falta de sensibilidade a níveis baixos de dor. 
- São tardios em adquirir a fala, em alguns casos. 
- Gestos, espasmos ou tiques faciais não usuais.

A família deve ser esclarecida sobre a gravidade da doença do filho, seus pontos de fragilidade e de habilidades, a importância da participação, a vida adulta e as possibilidades no trabalho. 

Referente a escola, lembre-se que não necessitam de Escolas Especializadas, o que implica que a comunidade escolar regular precisa ser orientada para promover a convivência com as discrepâncias do portador de Síndrome de Asperger, suas dificuldades executivas (por exemplo: incapacidade ou extremo comprometimento de escrita, necessitando de uma máquina de escrever ou um computador), pedagógicas, psicológicas, etc.

Do ponto de vista psiquiátrico o tratamento é sintomático, sendo significativo a presença de depressão, quadros obsessivos e quadros psicóticos em alguma fase da vida.  Torna-se então essencial uma avaliação médica para o tratamento das doenças que podem estar associadas ao quadro de Asperger.


Fonte: Guia Infantil
Luciana Maria Alves





domingo, 8 de julho de 2012

Avaliação Psicológica Infantil


Quando uma família decide procura procurar um Psicólogo Infantil espontaneamente ou por encaminhamento ouve do profissional que será feito o Psicodiagnóstico, Diagnóstico Psicológico ou Avaliação Psicológica do que está acontecendo, mas o que é uma Avaliação Psicológica?

A avaliação psicológica é um procedimento que visa avaliar, através de instrumentos previamente validados para a determinada função, os diversos processos psicológicos que compõe o indivíduo, sendo o psicólogo o único profissional habilitado por lei para exercer esta função. A avaliação é a descrição da realidade psicológica de alguém, adulto ou criança, e fornece ao psicólogo um conjunto de informações, as quais este deve saber interpretar, selecionar e sobretudo transmitir ao interessado.

A avaliação psicológica infantil se inicia com a entrevista com os pais, onde estes contarão ao Psicólogo o motivo da procura, quem os encaminhou, quais os sintomas ou dificuldades que a criança esta passando, falam também sobre o desenvolvimento da criança, esta entrevista chama-se Anamnese. Em seguida com todas estas informações o Psicólogo decide como melhor avaliar esta criança, são aplicados testes para se conhecer melhor a criança, existem testes para Avaliação Intelectual, Testes Projetivos que mostram o emocional, Testes Neurológicos, e Testes que abordam a relação com a escola. São realizadas também observações com a criança, e por vezes com a família e de acordo com a queixa pode ser feita uma visita à escola, todo este processo pode demorar de 6 a 10 sessões. Ao final o Profissional pega todo o material de avaliação, verifica os resultados e as convergências nos diversos testes, para então dar o Diagnóstico e orientar a família para quais passos seguir esta conclusão traz consigo uma série de considerações éticas que visam não somente a imparcialidade do processo em si, mas principalmente a humanização deste, tendo como foco a preservação da integridade do sujeito avaliado.

Após o Diagnóstico a família, professores e outros profissionais podem ser orientados sobre as melhores medidas para aquela criança, quanto maior o engajamento de todos melhor os resultados.

Izabel Rocha

sábado, 7 de julho de 2012

DESCANSO



Geralmente costumo falar com pessoas de todas as idades e tenho percebido que todo mundo anda cansado pra sair, pra se divertir, pra rever um amigo, enfim pra tudo.

O descanso é importante em nossa vida.  Seja qual for a sua atividade física é fundamental que possamos descansar.

Mas o que é descansar ?  Fui correndo no dicionário antes de tirar dois dias de folga no trabalho e não é que descanso pode ser traduzido como ÓCIO ou SOSSEGAR?!

Sossegar vai além do descanso, pois quando paramos no trabalho encontramos rapidamente outros afazeres como cuidar da casa, do quintal disso e daquilo.  Não paramos nunca!

Sossegar é bom para seu corpo, deixá-lo sentir o prazer do NADA, apenas ver o que não precisa pensar, nada de violência, filmes pesados, talvez apenas um joguinho mas sem contar quem ganhou.

Precisamos parar um tempo para refletir.  

Você sabe que um sonho que foi deixado para trás pode ser restaurado com o descanso?  Assim como um projeto esquecido ou    a família que se foi e você nunca teve tempo para pensar em como recuperá-la.

Precisamos parar um tempo inclusive para agradecer a Deus por tudo que acontece em nossas vidas, parar para ouvir nossa respiração e nosso coração bater, o cachorro latir e até o barulho do vento.

Bom descanso... bom sossego... e bom feriado!



Luciana Maria Alves




quarta-feira, 4 de julho de 2012

Orientação Profissional




Fazer a escolha profissional não é fácil.  Em alguns momentos as dificuldades de escolha geram incertezas, dúvidas e até mesmo impasses que podem ser enfrentados com o apoio de um Orientador Vocacional. 
  
A orientação vocacional é um instrumento psicológico que analisa as potencialidades da pessoa e oferece um espaço de reflexão para que a mesma possa olhar para si, se conhecer e reconhecer o que espera para sua vida.  Fundamenta-se, portanto, na discriminação de traços de personalidade, interesses, habilidades, valores e aspirações, mas não se encerra no mero levantamento destas informações.

Trabalha no adolescente e no adulto a percepção de si mesmo, da realidade exterior e familiar, ampliando a capacidade de perceber da forma mais amadurecida possível qual a melhor escolha.  Pressupõe questionar e refletir,  pois ao saber quem é, você poderá descobrir quem deseja vir a ser.  

Vejo a Orientação Profissional como um guia para reduzir as angústias a partir de um processo consciente e informado de escolha de carreira para liberar toda energia necessária ao estudo do próximo ano. 

Entendendo o mundo ao nosso redor e desenvolvendo o autoconhecimento, o individuo tem chances muito maiores de fazer escolhas mais adequadas à sua realidade. 

Quando uma pessoa busca terapia  começa a enveredar pelo caminho do autoconhecimento e tem maior interesse profissional. Apostando, assim, no seu desejo e comprometendo-se com o projeto profissional.

Os adolescentes que buscam orientação profissional, normalmente são encaminhados por instituições de ensino (escolas, cursinhos...).  Pais graduados em algumas profissões também os encaminham.

Da 8ª série em diante, qualquer pessoa pode fazer Orientação Profissional.  Não existe limite de idade. Se aplica a profissões Universitárias e Técnicas.  

Pode-se fazer Orientação Profissional mesmo que já se tenha uma idéia do que escolher. 

Só para confirmar.


Luciana Maria Alves






segunda-feira, 2 de julho de 2012

Dedique-se mais a criar oportunidades



Achei o texto abaixo do estudante Bruno Biscaia interessante e traduz um pouco do que penso sobre criar oportunidades. 

Luciana Maria Alves



Dedique-se mais a criar oportunidades

Busco nesse texto fazer uma uma análise do nosso comportamento diante das oportunidades que a vida nos dá.  Aliás, acredito que seria mais correto dizer que faremos, juntos, uma análise de como você escolhe as oportunidades que a vida irá lhe proporcionar e como se prepara para elas antes mesmo que elas existam.  Criar oportunidades?  Como assim?

Como já é de costume nos artigos que escrevo, inicio este texto com um gosto muito pessoal: o de trabalhar com a auto-reflexão.  Você já se imaginou como dono de seu próprio negócio?  Realizar um empreendimento dos seus sonhos realmente deve ser algo fantástico, não é mesmo?

Ou, se preferir, já se imaginou como um alto executivo de uma grande empresa?  Por que não um funcionário público, aquele que enfrenta diversos concursos, alguns muito mais concorridos que os vestibulares de universidades públicas?  Alguma vez isso já passou pela sua cabeça?  Sim?  Não?

Independentemente de sua resposta, aconselho que siga em frente com a leitura e que aproveite realmente esse momento para repensar a sua atuação pessoal e profissional e como você tem utilizado seu potencial, afinal desde que nascemos somos preparados por nossos pais e pela sociedade para “termos um futuro”.

Quando nos tornarmos adultos, essa responsabilidade passa para as nossas mãos.  Claro, já somos “grandes o bastante” para tomarmos as decisões que nortearão nossa vida.  Mas, será que estamos mesmo preparados e atentos o bastante para essa realidade?

É fato que cada pessoa tem sua própria ideia de sucesso profissional, o que é ótimo e fundamental para uma vida mais feliz.  Uns se imaginam crescendo dentro de diversas corporações, outros se imaginam desenvolvendo seu empreendimento, outros ainda se veem crescendo em um sistema público de serviços e por ai vai.

A sua escolha dentre o enorme número de opções, dentro do raciocínio que aqui será criado, na verdade não importa.  Acredito e insisto na ideia de que para ter acesso às diversas oportunidades que a vida nos dá é necessário estar fortemente preparado emocional, intelectual e fisicamente.

Qual o seu sonho ou meta profissional?

Você realmente tem se direcionado a tomar atitudes que o levem ao seu objetivo maior?

Você tem criado condições para o surgimento de novas oportunidades em sua vida?

Você investe tempo, dinheiro e energia na direção dos seus sonhos?

Expor os nossos pensamentos e o nosso modo de ver as coisas é realmente necessário e importante – além de reforçar o compromisso em vê-los realizados.  Pense no sonho de um garoto que quer se tornar um grande nadador.  Para isso, seu esforço terá de ser grande o bastante para nadar bem, mas só isso não basta.  Ele terá que procurar os melhores lugares para treinar, trabalhar o aspecto do negócio (patrocínios, contratos etc.) e fazer alianças corretas.

Agora vamos pensar na carreira corporativa.  Para isso, são necessários preparo acadêmico e prático – a soma de conhecimento e experiência.  Mas, tão importante quanto isso, é desenvolver seu trabalho de forma a contar com mentores e também atuar como mentor de novas gerações – de forma a compartilhar conquistas e criar ambientes saudáveis e propícios para o crescimento da equipe.

Temas como marketing pessoal, formação, perfil profissional e liderança podem ajudá-lo a compreender o diferencial de saber lidar com as exigências dos mercados competitivos – e isso vale para o esporte, para os negócios e para a vida em geral.

Para se destacar, direcione-se sempre no sentido de descobrir quais oportunidades você pretende criar para a sua vida ou que você quer que “a vida crie para você”.  E com base nessa ideia, não perca tempo e se prepare para o grande dia!  O texto implica uma mudança de atitude simples, mas nem sempre valorizada: passar a escolher nossas atitudes de forma a estar preparado para novos desafios.

Em outras palavras, é preciso desligar o piloto automático!  E já que estamos falando de preparação, deixo aqui dois links que encontrei recentemente.  Recomendo-os para leitores que, como eu, buscam sempre o aprendizado – ainda que pela internet:

Costumo sempre acessar o site de Cursos Gratuitos da Fundação Getúlio Vargas (FGV Online), bastante interessante para qualquer segmento de atuação;

Acesso também com frequência o site Educação SEBRAE, também com cursos gratuitos para dar maior suporte aos micro e pequenos empreendedores do nosso país. 

Espero ter conseguido mostrar a você que somos nós os grandes responsáveis pelas nossas oportunidades.  Sou um grande aprendiz, mas tenho certeza de que cada pequeno desafio vencido hoje, meu interesse em sempre superar minhas próprias expectativas e a dedicação em aprender e compartilhar me tornarão um profissional cada vez melhor.  Será que aprendi a criar oportunidades?  Até a próxima.



Bruno Biscaia é estudante de Engenharia de Produção, interessado em finanças, em gestão de pessoas e em inovação. Atua diretamente com marketing na empresa júnior da Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) e edita a seção de Empreendedorismo do Dinheirama.




sexta-feira, 29 de junho de 2012

O que fazer com as crianças nas férias escolares


      Com a chegada do período das férias escolares as crianças reclamam que ficam sozinhas em casa, longe dos amigos, porque os pais têm que trabalhar e nem sempre dá para viajar durante o mês sem aula.

     Nessas condições, os pais devem organizar atividades para que as férias se tornem prazerosas para seus filhos, mesmo não tendo viajado.

     Para isso, é bom manter os contatos sociais tanto com pessoas da família como avós, primos e tios, para que as crianças possam visitá-los em alguns dias. Na casa dos avós, por exemplo, podem combinar de encontrar os primos da mesma faixa etária, passando o dia todo por lá. Para visitar os primos é necessário deixar uma pessoa para cuidar das crianças, bem como fazer passeios com os mesmos, como: ir a um parque de diversões, ao cinema, a clubes, a zoológicos, dentre outros.

      Manter contato com os colegas de escola também é uma forma agradável de divertir as crianças nas férias. Estes podem se distrair pra valer passando um dia na casa do outro e vice-versa. Combinar passeios também será uma forma atrativa de mantê-los unidos durante o período das aulas, pois as amizades tornam-se mais solidificadas.

     Convidar amigos, sempre fazendo um rodízio dos mesmos, pode manter seus filhos ocupados por todo o período de férias. Quem sabe propor que fiquem para dormir para fazerem uma noite do pijama? Nesta pode-se realizar um desfile de pijamas, concurso de piadas e da brincadeira “o que é, o que é”, além de arrebentar uma baciada de pipocas para assistirem um bom filme.

      É bom lembrar que nos finais de semana os passeios e diversões devem ficar por conta dos pais, para que os pequenos não se sintam abandonados e sozinhos. Programem atividades que a família possa interagir junta, como: pic-nic, passeios ao parque de diversão, zoológico, trilhas e caminhadas ecológicas, a praias, clubes, onde possam jogar bola ou tomar aquele sorvete. 

       Em dias de chuva os filmes e vídeo games também podem ser aproveitados, para que as crianças não fiquem sem ter o que fazer.

Os shoppings são uma boa forma de se divertir nas capitais, pois lá é possível fazer um bom lanche, ir ao cinema, brincar em jogos de fliperama e fazer algumas comprinhas. Algumas livrarias agendam momentos de contação de histórias, com fantoches, livros atrativos e até personagens caracterizados. É uma atividade divertida e de muito conteúdo, uma vez que incentiva as crianças a terem interesse pela leitura e sentir atração pelos livros.

       Nos jornais de circulação local também são oferecidas atividades como colônia de férias, shows gratuitos e outros que também são consideradas ótimas atividades para as férias.

       O importante mesmo é a família se organizar para que tudo corra na mais tranqüila ordem, para atender os filhos que merecem um descanso de qualidade.

Fonte:  http://www.brasilescola.com/educacao/ferias-escolaresque-fazer-com-as-criancas.htm

Nem sempre o comportamento adolescente é coisa da idade



Um estudo recente da Universidade Federal do Paraná com quase 500 adolescentes mostrou que mais de 20% deles apresentavam sintomas de depressão – as meninas, 2,6 vezes mais do que os meninos. "É um dos reflexos das pressões econômicas e sociais", avalia o coordenador da pesquisa, o psiquiatra e professor Saint-Clair Bahls. "Em países do Primeiro Mundo, onde a qualidade de vida é melhor, esse índice é de 10%."

Os hormônios femininos, segundo Saint-Clair, contribuem para a maior incidência de depressão entre as mulheres, em qualquer idade. "Na adolescência, as exigências também são maiores para elas. Sofrem com as competições para ver quem tem o corpo mais perfeito, quem é a mais bonita, quem conquista mais os meninos", exemplifica o psiquiatra.

O importante é cuidar

A origem da doença ainda não é questão resolvida para a ciência. Os especialistas apontam um conjunto de fatores, que vai desde a predisposição genética a aspectos circunstanciais, como o uso de algum medicamento ou a perda de alguém na família. "É difícil definir uma causa. Quando há um fator genético, por exemplo, muitas vezes não se consegue determinar se o quadro depressivo do adolescente é uma expressão hereditária ou da convivência com um familiar que tem o problema", explica a psiquiatra Lee Fu I, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Para os pais, importa mais saber dos sintomas. Ansiedade e agressividade são alguns dos sinais da depressão, mas esses comportamentos podem ser vistos pela família do adolescente como típicos da idade. "É preciso cuidado, pois o sofrimento do filho pode passar despercebido. Os pais devem ficar atentos à intensidade e à permanência dessas emoções e observar o quanto o filho parece envolvido por elas", esclarece a psiquiatra Lee.

O alerta é importante, porque a depressão pode ser tratada, de modo a livrar seu filho de sérios prejuízos emocionais e também físicos – sabe-se que o organismo deprimido fica vulnerável a doenças. O tratamento envolve terapia, combinada com medicamentos nos casos mais acentuados. Muitas vezes, a iniciativa de procurar ajuda médica ou um especialista precisa ser da família.

Fonte: Revista Crescer – Edição 107
Luciana Maria Alves



quinta-feira, 28 de junho de 2012

21 Dicas para levar na mochila de quem está vivendo o século XXI.



1. Tenha sempre por perto algum objeto que te faça lembrar de alguma conquista importante.

2. Troque este objeto periodicamente.  Cada nova conquista é uma nova injeção poderosa de motivação.

3. Faça um diário.  Isso é autoconhecimento e aprimoramento pessoal também.

4. Faça pequenas mensagens de otimismo e espalhe pelo escritório ou casa, para animá-lo em momentos inesperados.

5. Instaure o seu Happy Day.  Reserve um dia, regularmente, só para você fazer tudo o que você mais gosta.

6. Use as palavras mágicas: "por favor", "desculpe" e "com licença".

7. Busque sempre o lado positivo das coisas.  Isto atrai coisas ainda melhores.

8. Expresse suas críticas entre dois elogios sinceros.  Assim você muda seu comportamento e faz críticas construtivas.

9. Atenção com a sua postura.  Sentar em posição ereta dá mais disposição para realizar tarefas.

10. Faça um planejamento estratégico anual.

11. Leia seu planejamento diariamente, no mínimo, duas vezes.  Isto aumenta em 20% as chances de realizações dos seus projetos.

12. Medite uma vez por dia e se permita "sonhar acordado".  Sonhar alonga a vida.

13. Seja solidário, pratique boas ações diariamente.

14. Respeite o meio ambiente.  Não use a água e outros recursos naturais desnecessariamente.

15. A responsabilidade social fortalece a motivação e a auto-estima.  Engaje-se em ONG's e causas sociais.

16. Compartilhe idéias e opiniões, respeitando a posição das outras pessoas, mas sem abrir mão de seus ideais.  

17. Trabalhe com bom humor.  Isto integra equipes e traz harmonia ao ambiente profissional.

18. Pergunte sempre.  Seja curioso. Esta é uma maneira de se conhecer melhor e de demonstrar interesse pelas pessoas.

19. Crie um jornal, boletim, site ou blog de boas idéias e humor com colegas de trabalho, amigos e parentes.  Exercite criatividade!

20. Pratique o relaxamento.  Estresse e discernimento não combinam.

21. Desafie-se! Faça tudo diferente, pelo menos um dia por mês.  Use o bom senso, escute o coração e dispense a lógica sem culpas ou medos!


Leila Navarro